12 de setembro de 2018

Os pais são exemplo...


Crítica da avaliação

"Quando está em causa a accountability, como a maioria faz com avaliações sumativas, acabam por ensinar para o teste e, assim, restringem seu ensino e, por extensão, o currículo. A implicação mais ampla desse facto é que não se podem fazer inferências válidas sobre o conhecimento dos alunos sobre o currículo, mas apenas a pequena parte para a qual eles foram preparados" 
Chris Runeckles (Research Schools Network)

“Quando as práticas de avaliação formativa são integradas nas atividades de sala de aula no dia-a-dia dos professores, são possíveis aumentos substanciais no desempenho dos alunos, na ordem dos 70 a 80%"

10 de setembro de 2018

Melhorar a memória

Avaliação PARA AS aprendizagens vs Avaliação DAS aprendizagens



"As escolas e os professores enfrentam desafios que exigem a redefinição, a reconstrução e a reinvenção de concepções e práticas que têm prevalecido nos sistemas educativos desde o século XIX. Entre as pressões para a obtenção de resultados a qualquer preço e as perspectivas ultra relativistas que tendem a ignorar os resultados e a relevância dos conhecimentos académicos, é necessário utilizar novas racionalidades que nos ajudem a enfrentar os desafios da educação e da formação contemporâneas.
Precisamos de professores, profissionais do ensino, que se assumam como intelectuais, como observadores qualificados das realidades em que estão inseridos. Profissionais que pensem o currículo como um projeto de inteligência, um projeto de conhecimento, com profundas implicações na vida social, económica e política das crianças e dos jovens. (...) A investigação tem mostrado que a avaliação pedagógica, orientada para a distribuição de feedback de qualidade e para as aprendizagens, melhora “dramaticamente” o que os alunos sabem e são capazes de fazer. E isso é uma conquista inestimável que está ao nosso alcance."
Direção Geral de Educação

Avaliar o trabalho em grupo

9 de setembro de 2018

Estratégias para o cérebro


Quando o professor está na sala de aula, frente a uma turma com alunos que estão desinteressados e não prestam atenção ao que está a ser dito, aspetos como as neurociências e os estudos de pesquisa sobre como o cérebro aprende não passam de uma abstração. Porém, este campo do saber pode ser um grande aliado do professor para envolver e motivar os alunos, pois explora os fatores que estimulam o cérebro, chamam a atenção e preparam o palco para a aprendizagem. Neste artigo do sítio Teach Thought, a autora explora seis estratégias diferenciadas para "chegar ao cérebro".

4 de setembro de 2018

Aprendizagens interdisciplinares significativas

Sónia Valente Rodrigues

"Para que os documentos de referência tenham repercussão na aprendizagem dos alunos, é necessária a sua apropriação pelos professores, responsáveis por ensinar, isto é, por organizar, operacionalizar, avaliar e reorientar a “ação especializada dirigida à promoção da aprendizagem de alguma coisa por alguém” (Roldão, 2009)"
Descarregar o texto aqui.

Lembrar para aprender

"Quando pensamos na aprendizagem, normalmente focamos em tentar colocar mais informações dentro da cabeça dos alunos. E se, ao invés disso, focássemos em tirar as informações da cabeça deles?"
Baseamos a nossa prática naquilo que aprendemos e raras vezes assentamos os pressupostos da nossa ação na sala de aula nos resultados da investigação sobre as ciências cognitivas. Para não falar nos mitos em que continuamos a acreditar e que enformam muitas das nossas ideias.

"Retrieval practice" (prática de lembrar) é um excelente exemplo de uma metodologia assente na investigação e que, de acordo com os estudos, tem impacto significativo nas aprendizagens conseguidas, sobretudo ao nível da capacidade de retenção e na memória de longo-prazo.

Para obter o guia em português, aceder aqui e inserir os dados para envio por email. Para conhecer mais a fundo sobre esta metodologia, aceder à página eletrónica de retrievalpractice.org

Necessidades educativas especiais: dislexia



Descarregar aqui o manual de apoio para dificuldades específicas de aprendizagem de alunos com dislexia. Um manual para o conhecimento das dificuldades destes alunos, com informações relevantes para os professores e famílias.

28 de agosto de 2018

Conhecer a dislexia, compreender os alunos disléxicos

Копирование предложений с изображения - очень трудная задача, когда вы не можете произнести заклинание, вам нужно посмотреть все буквы. Кроме того, существует риск между тем, как вы смотрите на изображение и тот, который вы пытаетесь написать в записной книжке, забудьте, что вы писали!

Imagine que lhe pedem para transcrever, do quadro para o caderno, o texto em cima. Com toda a certeza que iria copiar letra a letra, a menos que saiba ler frases com o alfabeto cirílico.

Copiar frases do quadro é uma tarefa muito árdua quando não se consegue soletrar, é necessário olhar para todas as letras. Além disso, corre-se o risco de entre o momento que olha para o quadro e aquele em que procura escrever no caderno, se esquecer do que estava a escrever!

É isto que um aluno com dislexia severa sente: enormes dificuldades na leitura precisa e fluente de palavras e na ortografia.

Muitos alunos com dislexia  (aprox. 50%) sofrem de stress visual associado a esta patologia, o que significa que quando lêem um texto é isto que aos seus olhos se apresenta:



Ler mais aqui.

5 de agosto de 2018

A aprendizagem fingida

Curioso este conceito explanado por Salvador Rodriguez Ojaos (El Blog de Salvaroj) - o de aprendizagem fingida, como sendo aquela em que se memoriza o conteúdo sem entender o significado, sem que seja significativo, apenas com o objetivo de servir como resposta a uma prova ou a um exame. E que é descartada da memória imediatamente depois de haver cumprido o seu objetivo de uso.

(...) La evaluación que se plantea a nuestros alumnos debe ser clara, oportuna, válida y suficientemente amplia como para tener en cuenta muchas más variables que las respuestas de un examen. Para colmo en muchas ocasiones esta prueba es de opción múltiple para facilitar su evaluación.(...) La evaluación más que una prueba o un examen que contabilice aciertos y errores, debería ser un diálogo; más que comprobar si son capaces de reproducir respuestas, debemos valorar si pueden plantearlas de manera que demuestren que han entendido significativamente lo que han estudiado. Conocer el grado de adquisición de los contenidos y competencias de las distintas asignaturas es un elemento muy importante de la evaluación, pero no el único. Es igualmente importante comprobar si los alumnos han adquirido mayor destreza en el desarrollo de sus habilidades no cognitivas (perseverancia, curiosidad, optimismo, autocontrol...), ya que estas son fundamentales para desenvolverse adecuadamente en distintos ámbitos de la vida"

Sobre a organização da sala de aula...