5 de outubro de 2018

Porque eu não tenho lápis...?!


"Eu acordei-me a mim mesmo
Porque não temos despertador.
Escavo no cesto de roupa suja
Porque ninguém lavou o meu uniforme.
Escovei o meu cabelo e dentes no escuro
Porque não temos luz em casa.
Espero que a minha irmãzinha esteja pronta
Porque minha mãe não está em casa.
Chegamos os dois à escola a tempo,
Para comermos um bom pequeno-almoço.
Então, quando a aula começou, a professora irritou-se
Porque eu não tenho lápis."

Compreender o aluno disléxico


30 de setembro de 2018

Frases

"If you focus on a person’s difficulties your brain will search for problems. If you focus on a person's needs your brain will search for solutions." 

21 de setembro de 2018

Quanto vale ajudar?



Um bom ponto de partida para uma aula de "Cidadania e Desenvolvimento".

14 de setembro de 2018

Para que a aula não seja "uma seca"...


De acordo com a investigação, o tempo dedicado à instrução direta, ou seja, à exposição de um novo conteúdo, deve aumentar com a idade mas.....com limites. Porque sabemos que para além de um determinado tempo a "ouvir o professor", os alunos "desligam". Em aulas de 50 minutos há que aproveitar muito bem o tempo disponível e envolver os alunos na aprendizagem ativa.

Cada criança precisa de um herói





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12 de setembro de 2018

Os pais são exemplo...


Crítica da avaliação

"Quando está em causa a accountability, como a maioria faz com avaliações sumativas, acabam por ensinar para o teste e, assim, restringem seu ensino e, por extensão, o currículo. A implicação mais ampla desse facto é que não se podem fazer inferências válidas sobre o conhecimento dos alunos sobre o currículo, mas apenas a pequena parte para a qual eles foram preparados" 
Chris Runeckles (Research Schools Network)

“Quando as práticas de avaliação formativa são integradas nas atividades de sala de aula no dia-a-dia dos professores, são possíveis aumentos substanciais no desempenho dos alunos, na ordem dos 70 a 80%"

10 de setembro de 2018

Melhorar a memória

Avaliação PARA AS aprendizagens vs Avaliação DAS aprendizagens



"As escolas e os professores enfrentam desafios que exigem a redefinição, a reconstrução e a reinvenção de concepções e práticas que têm prevalecido nos sistemas educativos desde o século XIX. Entre as pressões para a obtenção de resultados a qualquer preço e as perspectivas ultra relativistas que tendem a ignorar os resultados e a relevância dos conhecimentos académicos, é necessário utilizar novas racionalidades que nos ajudem a enfrentar os desafios da educação e da formação contemporâneas.
Precisamos de professores, profissionais do ensino, que se assumam como intelectuais, como observadores qualificados das realidades em que estão inseridos. Profissionais que pensem o currículo como um projeto de inteligência, um projeto de conhecimento, com profundas implicações na vida social, económica e política das crianças e dos jovens. (...) A investigação tem mostrado que a avaliação pedagógica, orientada para a distribuição de feedback de qualidade e para as aprendizagens, melhora “dramaticamente” o que os alunos sabem e são capazes de fazer. E isso é uma conquista inestimável que está ao nosso alcance."
Direção Geral de Educação

Avaliar o trabalho em grupo

9 de setembro de 2018

Estratégias para o cérebro


Quando o professor está na sala de aula, frente a uma turma com alunos que estão desinteressados e não prestam atenção ao que está a ser dito, aspetos como as neurociências e os estudos de pesquisa sobre como o cérebro aprende não passam de uma abstração. Porém, este campo do saber pode ser um grande aliado do professor para envolver e motivar os alunos, pois explora os fatores que estimulam o cérebro, chamam a atenção e preparam o palco para a aprendizagem. Neste artigo do sítio Teach Thought, a autora explora seis estratégias diferenciadas para "chegar ao cérebro".

4 de setembro de 2018

Aprendizagens interdisciplinares significativas

Sónia Valente Rodrigues

"Para que os documentos de referência tenham repercussão na aprendizagem dos alunos, é necessária a sua apropriação pelos professores, responsáveis por ensinar, isto é, por organizar, operacionalizar, avaliar e reorientar a “ação especializada dirigida à promoção da aprendizagem de alguma coisa por alguém” (Roldão, 2009)"
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