26 de novembro de 2018

"Mark.Plan.Teach" em síntese


Uma síntese muito útil do livro de Ross Morrison McGill, "Mark.Plan.Teach.", bem como uma explicação um nada mais detalhada de cada tópico (aqui) para quem prescinda da leitura do livro.

Aqui fica a minha opinião sobre o livro na Amazon.es:

"Written in clear language and directly touching the classroom teacher's work, "Mark.Plan.Teach." is a book that all teachers deserve to read. The experience of Ross Morrison McGill as a teacher but also as a deputy headteacher gives him the credibility to know what he is talking about when it comes to strategies for reducing teacher workload without compromising the tasks that are required of teachers. Another virtue of "Mark.Plan.Teach" is that it is based on the author's long experience but also on research, making their practical contributions very valuable to new or even more experienced teachers. A highly recommended book because it is truly on the side of teachers and students. A true teacher toolkit."








9 de novembro de 2018

Cinco sugestões de leitura...


"Have Smartphones Destroyed a Generation?" (The Atlantic)
"Top 20 principles from psychology for teaching & learning" (The Learning Spy)
"10 teaching essencials" (Teacherhead)
"Tienen los alunos el “deber” de aprender em la escuela?” (El Blog de Salvaroj)
5 Questions to Ask Yourself About Your Unmotivated Students (Cult of Pedagogy)  

7 de novembro de 2018

Dislexia: que tipo de letra utilizar?

Open Dyslexic - uma fonte para disléxicos

FireShot Pro Screen Capture

Para os alunos com dislexia, ler fontes regulares pode ser complicado, especialmente aquelas com serifas, como o Times New Roman, talvez a fonte que os professores mais utilizam. 

Serifas são pequenas linhas anexadas às extremidades das letras que podem confundir as letras com os disléxicos. 
Esta frase tem serifas. 
Mas esta frase não tem serifas. 

As fontes adequadas aos alunos disléxicos são as do tipo "sans serif" ("sem serifa") pois evitam os erros de leitura e tornam a leitura mais rápida.

Uma alternativa para facilitar a leitura para disléxicos é usar fontes sem serifa como Arial e Verdana, que estão disponíveis em programas de processamento de texto. Mas, ainda melhor é obter uma fonte especificamente criada para disléxicos, como a Open Dyslexic.

Descarregar a fonte "Open Dyslexic" aqui. Ao abrir o ficheiro "zip", clicar nos tipos de fonte desejados e "Instalar".

Por vezes, as medidas universais de apoio estão mesmo à mão, com soluções simples. 

2 de novembro de 2018

Princípios da instrução


A formação de professores em Portugal, quer a inicial quer sobretudo a formação contínua, está bastante longe dos resultados da investigação no domínio das neurociências e da psicologia cognitiva.

Por isso, há um conjunto de documentos de grande interesse para qualquer docente motivado por estas temáticas e que aqui iremos divulgando. 

"Principles of Instruction: Research-BasedStrategies That All Teachers Should Know" de Barak Rosenshine, é um importante artigo que apresenta um conjunto de 10 estratégias baseadas na investigação, que devem nortear a instrução em sala de aula.

Esta publicação muito foi sintetizada num poster de Olivier Caviglioli, com recursos visuais que melhor ajudam a compreender as propostas de Rosenshine. Ou neste outro poster, do mesmo autor mas com a perspetiva de Tom Sherrington.


31 de outubro de 2018

Aprendizagem: uma perspetiva

FireShot Pro Screen Capture
(clicar aqui para obter ficheiro)
(clicar aqui para obter o ebook de Arthur Shimamura - A whole-brain learning approach for studentes and teachers)

Ler aqui a síntese de Tom Sherrington sobre esta perspetiva da aprendizagem.

28 de outubro de 2018

Critérios de sucesso - Apresentação oral

Uma imagem vale mais...

... se a soubermos interpretar.


As fotografias são uma ferramenta muito útil na educação para a cidadania, ajudando os alunos a explorar semelhanças e diferenças, a desenvolver a capacidade de questionamento, o pensamento crítico, a desafiar estereótipos, a construir empatia e a desenvolver o respeito pelos outros. 

Para apoiar os docentes na utilização de imagens na sala de aula, a Oxfam criou um guião para explorar fotografias de forma crítica, o qual compreende seis tarefas simples para melhorar o pensamento crítico dos alunos e a literacia visual ao explorar imagens.

O guião foi concebido para explorar este conjunto de imagens mas as orientações servem para qualquer imagem.

Testes cooperativos: uma alternativa



Conhecer mais aqui, em Educación 3.0.

Assuntos polémicos na sala de aula

Como ensinar assuntos polémicos?


Os jovens enfrentam com frequências decisões acerca de questões sobre as quais existem muitos pontos de vista diferentes. Questões como sexualidade, religião, bullying e guerra podem provocar respostas fortes, variadas e muitas vezes contraditórias. 

Este documento da Oxfam (Teaching controversial issues) reconhece as mudanças nos contextos social e político nos últimos anos e procura apoiar os professores no desenvolvimento de competências essenciais que permitam aos alunos discutir construtivamente os seus próprios valores e ideias e desenvolver-se como cidadãos globais ativos.

Guias para fazer quase tudo



Propostas didáticas muito práticas para fazer quase quase tudo. Um mapa coletivo, atividades sobre a pesca ou sobre paisagens, uma maratona de escrita, uma assembleia, um compostor, e muitas mais coisas.

Na página eletrónica de El Aventura de Aprender dispomos de muitos outros guias e propostas de trabalho para criar projetos/atividades práticas em variados domínios. Recomendado para professores que querem tornar as aulas mais dinâmicas.


Estabelecer critérios de sucesso



Estabelecer critérios de sucesso (rúbricas, em castelhano; rubrics, em inglês) para uma tarefa é um dos aspetos que, de acordo com a investigação, pode constituir um factor de sucesso.

Trata-se de um instrumento cujo objetivo principal é estabelecer e dar a conhecer (se for divulgado...) os critérios para a realização das tarefas de aprendizagem e avaliação com os alunos, e revela também as expectativas para a conclusão dessas tarefas em relação aos diferentes graus de realização. Isso ajuda o aluno a tomar consciência do nível máximo de concretização desejável e da "distância" a que o aluno se encontra nesse referencial.

Os critérios de sucesso, ou níveis de desempenho, podem ser definidos de forma global (não separa partes de uma tarefa) ou de forma analítica (avalia cada parte de uma tarefa ou de um conjunto de tarefas). 

A estrutura dos critérios de sucesso / níveis de desempenho é composta pelos parâmetros a avaliar, pelos níveis de desempenho (1 a 5 ou outros) e o descritor de desempenho para cada parâmetro correspondente a cada nível.


O meu contributo para o estabelecimento de alguns critérios de sucesso podem ser consultados aqui. Outros estão em fase de conclusão.


Apresentar trabalhos oralmente

Da escola transbordante

Fonte: Manu Velasco

Ou, nas palavras de António Nóvoa, "a escola transbordante".